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Presidente do PSG entra na mira da promotoria Suíça por direitos de TV da Copa

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  • MP suíço abre investigação por conta de descobertas de possíveis atos criminais de Nasser Al-Khelaifi

    Destaque Presidente do PSG entra na mira da promotoria Suíça por direitos de TV da Copa Reprodução/Twitter
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    Nesta quinta-feira a promotoria da Suíça abriu uma investigação sobre o presidente do PSG, Nasser Al Khelaifi. No entanto, ao contrário da investigação da UEFA, ela não tem relação ao Fair Play Financeiro do clube de Paris e sim a questões relacionadas a FIFA.

    A própria promotoria foi responsável por anunciar, por meio de um comunicado oficial, a abertura das investigações que está relacionada às vendas de direitos de TV da Copa do Mundo à emissora BeIN Sports, da qual o presidente do PSG é chefe executivo. O procedimento aberto pela promotoria suíça está conectado à investigação sobre o ex-secretário geral da Fifa Jérôme Valcke.

    O MP Suíço explicou que uma investigação foi aberta em 20 de março por "suspeitas de corrupção privada, fraude, gestão desleal e falsificação de documentos", que também afirmou que uma operação "coordenada" foi realizada por vários países neste processo. França, Grécia, Itália e Espanha cooperaram na investigação.

    Neste mesmo comunicado a promotoria informa que "novos procedimentos investigativos envolvendo Al-Khelaifi foram abertos por conta de descobertas de possíveis atos criminais após representantes da promotoria interrogarem Valcke no mês de outubro como suspeito". O MP explica que as investigações envolvem também um empresário do mundo esportivo, cujo nome não foi publicado.

    "As suspeitas são de suborno, fraude, má gestão criminal e falsificação de documento. Se suspeita que Jérôme Valcke tenha aceitado vantagens indevidas de um empresário no setor dos direitos esportivos em relação à concessão de direitos de mídia para certos países na Copa do Mundo da FIFA em 2018, 2022, 2026 e 2030 e de Nasser Al-Khelaifi em conexão com A concessão de direitos de mídia para certos países nas Copas do Mundo da Fifa em 2026 e 2030", diz a nota.

    "Ninguém foi preso e a presunção de inocência se aplica. Até à data, foram recebidos 180 relatórios de suspeita de lavagem de dinheiro em conexão com as investigações de futebol. A Promotoria está conduzindo cerca de 25 processos penais na série de investigações relacionadas ao futebol e atualmente está analisando documentos apreendidos contendo dados", completa.

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