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Cueva pede desculpas ao São Paulo por briga com Rodrigo Caio

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  • "E queria falar uma coisa: nunca vou me esconder do meu grupo nos momentos ruins", disse o meia-atacante peruano

    Destaque Cueva pede desculpas ao São Paulo por briga com Rodrigo Caio Divulgação/SPFC
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    O jogador escolhido pelo São Paulo para conceder entrevista coletiva no final da tarde de segunda-feira (12) foi Christian Cueva. O meia-atacante havia se envolvido em uma polêmica durante o final de semana por ser cobrado publicamente por Rodrigo Caio. Após o empate do Tricolor com a Ponte Preta, o peruano disse que as perguntas dos jornalistas deviam ser direcionadas ao zagueiro. Os dois jogadores, no entanto, se acertaram em conversa particular.

    "Conversamos por Whatsapp antes e hoje falamos antes do treino, conversamos e foi bom. Depois de tudo isso, conversamos com o grupo, o que precisaria acontecer. O erro foi meu. Começaram a passar as imagens do que Rodrigo falou de mim, só vi isso, me irritei e agora peço desculpa publicamente a ele, aos companheiros e a todo o São Paulo", disse Cueva, que terminou a entrevista com um pronunciamento: "E queria falar uma coisa: nunca vou me esconder do meu grupo nos momentos ruins".

    Depois de conversarem sozinhos, Rodrigo Caio e Cueva falaram com o grupo. "Mostra que sabemos a situação em que estamos. Não é momento de falar ou fazer coisas que não vão ajudar o grupo. Entendemos o torcedor. O São Paulo é grande, não vai cair. Reverteremos a situação com trabalho. Essa é a única maneira. E todos juntos, como é o São Paulo. Muitos falam que estamos brigando e não é assim. Não gosto que falem coisas erradas. Somos uma família. Famílias têm problemas, mas resolvem eles internamente", explicou.

    O meia-atacante ainda defendeu a ideia das torcidas organizadas se reunirem com elenco, comissão técnica e diretoria no CT da Barra Funda. "Eles estão no direito deles. Nos momentos duros, também estiveram com a gente. Mas tem que ser uma conversa para somar".

    "Não sei o sentido da palavra cobrar aqui. Cobrar para mim é quem fala as coisas diretamente e de boas maneiras. No meu trabalho é assim, como foi comigo e onde todos defendem o São Paulo, como eu, Rodrigo, Lugano, Petros, Pratto. Precisamos trabalhar juntos. Falava-se muito que fiquei chateado por não ter saído. Isso é secundário. Cheguei aqui porque quis, porque sei o que representa esse clube grande. Se chegar uma proposta, será tratado internamente. Isso nunca me fez cair de rendimento", completou.

    Veja outros trechos da entrevista coletiva de Cueva:

    Desempenho melhor na seleção peruana

    No momento bom, quando estava jogando bem, o clube estava em momento ótimo e me cobravam na seleção. Agora a coisa se reverteu. É futebol, são momentos. Em algum momento vamos tomar outro caminho.

    Reserva

    Quem sou eu para dizer se é justo ou não. Cabe ao técnico e eu vou continuar apoiando meus companheiros. Não importa quantos minutos ou a situação, o São Paulo precisa de mim, de Rodrigo Caio, de todo mundo e da torcida.

    Existiu evolução?

    Lógico que teve uma melhora. Às vezes os resultados não aparecem, mas tem uma melhora, mesmo que eu ou Lugano não joguemos. Jogamos bem. Poderíamos ter ganhado, abrimos 2 a 0, mas o futebol é assim. Pequenos erros nos levaram a isso. Teve o pênalti. Vamos melhorar a cada dia.

    Torcida

    A gente fica triste por isso, porque a torcida está lotando o estádio. Temos que aplaudir. Queremos dar alegria a eles e vamos dar. o São Paulo não pode cair. E a diretoria também tem feito muito. Sei que falam muito sobre eles, mas estamos trabalhando juntos. Enfrentamos os momentos duros juntos.

    Diretoria

    Está sempre junto da gente, dando o melhor. Ninguém me deve nada, o clube cumpre com tudo. Eles se preocupam com o jogador e com a pessoa. Nós não descartamos isso.

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