Presidente de organizada do São Paulo é preso por ir a jogo da Copinha - OChute }

Presidente de organizada do São Paulo é preso por ir a jogo da Copinha

por   em Notícias
  • Henrique Gomes faz parte da Torcida Independente e estava impedido de frequentar partidas por conta da invasão ao CT da Barra Funda

    Destaque Presidente de organizada do São Paulo é preso por ir a jogo da Copinha Reprodução/ESPN
    Gostou: avalie
    (0 votos)
    Publicidade

    Henrique Gomes, presidente da Torcida Independente, do São Paulo, foi preso na madrugada desta quinta-feira (12) por descumprir ordem judicial. Segundo a delegada Margareth Barreto, Baby, como é conhecido, foi flagrado pela reportagem da TV Record indo ao estádio em Capivari para assistir ao jogo do Tricolor Paulista pela Copa SP de Futebol Júnior.

    Por ter sido um dos torcedores que participou da invasão ao CT da Barra Funda, em agosto do ano passado, Henrique estava proibido pela Justiça de frequentar estádios.

    Durante o episódio, os invasores ameaçaram e agrediram jogadores e roubaram pertencer do São Paulo e de funcionários do clube. Por conta do problema, Henrique precisou se afastar das atividades ao futebol, em determinação da Justiça.

    "O Henrique descumpriu uma medida contra ele. A imagem da TV foi levada ao fórum, sendo determinada a detenção", informou Margareth Barreto, da Drade, órgão da polícia que cuida de casos de intolerância esportiva, em entrevista ao portal Uol.

    Henrique Gomes, no entanto, negou ter descumprido a determinação da Justiça, em postagem feita nas suas redes sociais.

    "Cumpri todas as medidas cautelares, no bombeiro, com chegada e saída protocolada no fórum. Não descumpri a lei imposta pelo juiz. Antes de ir para Capivari comuniquei o meu advogado. Não falava no documento que eu não poderia ir ao sub 10, sub 11, sub 12, sub 13, sub 14, sub 15, sub 16, sub 17, sub 18. Não roubei bola, não roubei camisa , não agredi jogador, entrei e sai pela porta da frente do CT , não houve arrombamento", escreveu.

    "Mesmo não cometendo nenhum crime na qual estamos sendo acusado, pagamos o valor de 7.200 reais em juízo. Nosso protesto foi pacifico e legítimo. A imagem é nítida. Quem roubou e agrediu que pague pelos seus atos", acrescentou.

    Relacionadas