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Atacante Roger é apresentado no Botafogo

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  • "Se eu não for o que mais tem fome, eu estou entre os que está com mais. Sonhei em voltar para uma grande equipe", disse o jogador

    Destaque Atacante é apresentado no Alvinegro Divulgação / Botafogo Atacante é apresentado no Alvinegro
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    Nesta quinta-feira, o atacante Roger foi apresentado no Botafogo. O jogador acredita que o elenco que está sendo montado pelo Glorioso é de atletas "com fome".

    "Se eu não for o que mais tem fome, eu estou entre os que está com mais. Sonhei em voltar para uma grande equipe. Nada contra. São outras grandes, mas sonhei com esse momento. Busquei isso para a minha carreira. Trabalhava todo dia sonhando com esse dia. Estou com muita fome e muita sede de fazer a coisa acontecer. O Botafogo está fazendo grandes contratações, não só pela qualidade", afirmou.

    Revelado na Ponte Preta, o atacante viveu em 2016 a melhor temporada da carreira. Na equipe de Campinas, e antes, pelo Red Bull, fez 35 jogos e marcou 22 gols.

    "A experiência de ter levado algumas porradas faz com que a gente amadureça, cresça. Mas nunca deixei de treinar. Nunca fui chamado de 'chinelinho' ou vagabundo. Nunca. Sempre tive características de cara trabalhador. Mas cometi alguns excessos. Gostava muito de sair. Imagina o cara revelado na Ponte Preta, que morava na favela, e é vendido para o São Paulo", relatou.

    "Sempre dou o exemplo do cara da favela que vai num grande restaurante. Vê vários talheres... A tendência é o cara não saber como utilizá-los. Jogador de futebol muitas vezes não está preparado. Demorou um pouco para as coisas se encaixarem para mim. Depois tive um problema com a minha filha. Mas agora estou na melhor fase da minha carreira", garantiu o alteta.

    O jogador falou a respeito da última passagem por Campinas. "O ciclo na Ponte tinha acabado. Cheguei lá com sete anos e, ao longo da minha carreira, foram quatro passagens. Queria muito ter terminado a temporada. Não foi legal da parte deles, mas, claro, eu não quis ficar. Optei por trocar, ir para um clube maior, com mais visibilidade, onde é tudo maior", explicou.

    "A Ponte segue no meu coração, é meu time de criança, mas, agora, é foco no Botafogo. Tem o tempo perdido devido a essa rescisão. Estava treinando, indo na academia, mas não é igual ao campo. Tenho que buscar a forma física agora, no Botafogo", completou.

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