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Patrocinadora deve subir repasse ao Palmeiras para R$ 90 milhões

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  • De acordo com o contrato atual, o grupo Crefisa/Fam repassa R$ 78 milhões por temporada ao clube alviverde

    Destaque Patrocinadora deve subir repasse ao Palmeiras para R$ 90 milhões Divulgação/Palmeiras
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    Apesar de passar por um impasse político, tendo a sua candidatura ao Conselho Deliberativo do Palmeiras questionada, Leila Pereira, dona do grupo Crefisa/FAM não deverá criar resistência para a renovação do contrato de patrocínio com o clube. Além disso, a empresária quer aumentar o valor pago ao Verdão para R$ 90 milhões anuais, de acordo com o portal Globoesporte.

    De acordo com o contrato atual, o grupo Crefisa/Fam repassa R$ 78 milhões por temporada ao Palmeiras. O valor ainda não inclui investimentos feitos paralelamente, como parte da reforma do centro de excelência e da sala de imprensa da Academia de Futebol.

    Desta quantia, R$ 1 milhão é destinado a pagar o salário do atacante Lucas Barrios. A patrocinadora ainda participou da compra do zagueiro Vitor Hugo e do volante Thiago Santos. Se renovar o contrato, porém, a ideia é não mais se atrelar a reforços.

    Leila Pereira não quer promover a sua candidatura ao Conselho Deliberativo ou a marca de suas empresas atrelando-as a reforços por dois motivos: medo de possíveis interpretações sobre a proibição da Fifa quanto à participação de terceiros em contratações; e o risco de o desempenho dos reforços não agradar à torcida.

    Assim, o objetivo da empresária é exaltar o valor que será investido sem se comprometer a o que será feito com ele.

    O contrato de patrocínio do grupo Crefisa/FAM com o Palmeiras acaba no dia 21 de janeiro, mas as empresas ainda têm 30 dias de prioridade para a renovação.

    A eleição para os novos conselheiros será realizada no dia 11 de fevereiro. Para participar, Leila precisa da aprovação de Maurício Galiotte, pois, em dezembro, o então presidente Paulo Nobre invalidou seu registro retroativo, que data de 1996. O outro título da empresária, de sócia-remida, tem menos de oito anos, período mínimo para se participar do pleito desejado por ela.

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