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Paciência com Palmeiras pode levar Borja à Copa da Rússia

por   em Editorial
  • Reserva de Deyverson, o centroavante colombiano pode se beneficiar das mudanças promovidas por Cuca no time alviverde e recuperar seu lugar como titular

    Destaque Paciência com Palmeiras pode levar Borja à Copa da Rússia Cesar Greco/Ag. Palmeiras
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    Contratado a peso de ouro pelo Palmeiras, Miguel Borja ainda não mostrou a que veio. O colombiano, considerado como o melhor jogador da América do Sul em 2016 sente a diferença entre o futebol jogado em seu país natal e o brasileiro e não consegue se firmar como titular do time alviverde.

    Reserva de Deyverson, Borja viu seus minutos em campo caírem desde a chegada do centroavante brasileiro e teme que sua inatividade o tire da Copa do Mundo de 2018. Assim, as especulações a respeito de seu futuro começaram a circular na imprensa.

    Comandante de seleção colombiana, o argentino José Pekerman adota uma postura parecida com a de Tite, no Brasil. O critério para convocações é simples: estar bem em sua equipe. Portanto, a convocação de Borja para partidas diante de Venezuela e Brasil parece ser a última chance do camisa 9 do Palmeiras.

    As especulações dão conta de que dois clubes italianos estejam interessados no centroavante colombiano, que poderia ver com bons olhos uma transferência, de modo a recuperar o futebol que o destacou na temporada passada.

    Aí fica a pergunta, seria esse o melhor caminho? Deixar o Palmeiras agora rumo à Itália seria arriscado. Borja sobre com adaptação ao futebol brasileiro e também precisaria se acostumar com o estilo de jogo europeu, que, diga-se de passagem, não o contemplou no passado.

    A mudança de clube, país e liga, neste momento, seria uma troca de ‘seis por meia dúzia’ que não faria bem ao atacante. Cuca já demonstrou que deseja contar com Borja e está abrindo mão da velocidade no time alviverde, o que pode ser interessante para o colombiano.

    Talvez um pouco mais de paciência possa levar o ‘rei da América 2016’ à Copa do Mundo de 2018. O problema é saber até quando o homem de R$ 35 milhões aguenta ficar na reserva.

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