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Candidato do Flu, Bittencourt tentará volta de Fred em caso de eleição

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Candidato falou a respeito dos desafios do próximo presidente e da atual política do clube carioca

Destaque Mário Bittencourt é candidato à presidência pela chapa "O Fluminense me domina" Divulgação / Fluminense Mário Bittencourt é candidato à presidência pela chapa "O Fluminense me domina"
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Mário Bittencourt, candidato à presidência do Fluminense pela chapa "O Fluminense me domina", afirmou que tentará o retorno de Fred em caso de vitória na eleição.

"Se tiver a oportunidade e se ele quiser voltar, tenho todo interesse em tê-lo novamente. Não só por ser ídolo, mas pelo desempenho atual. Qualquer clube do Brasil tem interesse nele. Não temos nenhuma negociação aberta e jamais aliciaria o jogador. Teria que procurar o Atlético-MG antes. Mas se houver a oportunidade e ele quiser, tenho projeto para ele encerrar a carreira aqui", disse Bittencourt.

Sobre o que pretende para o futebol do Fluminense, o candidato disse que quer o retorno da "alma" tricolor.

"Quero um Fluminense diferente, com alma. Se afastou muito do torcedor e virou um clube frio. É importante equilibrar as finanças, pagar as dívidas, mas um clube de futebol não é só isso. Precisa ter paixão e isso foi se perdendo no curso único e exclusivamente ligado a números. Isso afasta a cada dia o torcedor. Temos que recuperar o marketing, que foi muito ruim ao longo da gestão. Sem criticar os profissionais, porque só de profissionais o Fluminense teve 13 ao longo dos últimos anos. Mudar essa estrutura para fazer o clube progredir. Mudar também o plano do sócio futebol, que acho muito ruim. Revitalizar a sede das Laranjeiras, que está abandonada. E fortalecer os esportes olímpicos, que ficaram abandonados por cinco anos e meio e só agora no fim tiveram alguma atenção até por questões políticas", afirmou.

Bittencourt também falou a respeito dos desafios da presidência e da polítina no clube carioca.

"O maior desafio do próximo presidente será encontrar esse equilíbrio entre o financeiro e o desempenho dentro de campo com vitórias. Futebol precisa trabalhar alavancado, senão você está morto. Não adianta estar organizado e eu cair para Série B porque é o futebol que me traz o retorno financeiro. Só terei patrocínio máster, cota de TV mais alta, torcedor comprando camisas se o time tiver resultados. Algo interligado. Resultado faz com que traga receitas ao clube. Não consigo ver essa gestão financeira separadamente do futebol. Na minha opinião, o grande erro dessa gestão foi esse. Os três primeiros anos até se preocupou com essa questão financeira e depois fez uma maquiagem. O Fluminense deixará cerca de R$ 40 milhões para o próximo presidente pagar. Além de se esquecer do futebol. Desde 2012, o Fluminense se tornou um time médio no Brasil dentro de campo. O grupo do presidente [Flusócio] que me ataca veementemente como tendo feito em 2015 o pior ano da história do futebol, mas foi comigo que o time teve o melhor posicionamento desde 2012. Foi 17º em 2013, 6º em 2014, 13º em 2015, e esse ano não deve ter nada melhor que a 8ª posição pelo andar da carruagem. Eles ficam com esse discurso da matemática financeira o tempo todo e se esqueceram do futebol mandando embora o melhor jogador do time", completou.

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