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Promotoria espanhola pede dois anos de prisão para Neymar por corrupção

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Ministério publico espanhol também multou o atacante em 10 milhões de euros que ainda não se pronunciou sobre o caso

Destaque Promotoria espanhola pede dois anos de prisão para Neymar por corrupção Miguel Ruiz/FCB
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Concentrado para o duelo contra o Celtic, pela Champions League, Neymar acordou com uma má notícia nesta quarta-feira. O Ministério Publico espanhol pediu a prisão no brasileiro por dois anos em virtude de suposta ilegalidade na transferência do atleta para o Barcelona, em 2013. A decisão do MP espanhol tem como base uma queixa do fundo de investimento DIS, ex-detentor dos direitos de Neymar na época que o jogador atuava pelo Santos, que reivindica porcentagem maior na transação do craque para a Espanha.

Além da detenção, O MP espanhol ainda quer que a família de Neymar pague multa de 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 40 milhões). Outro envolvido no caso, o ex-presidente do clube catalão, Sandro Rosell, recebeu um pedido de condenação de cinco anos.

A DIS também apresentou nesta quarta-feira sua peça de acusação à Justiça. Nela a empresa pede a prisão de todos os envolvidos, incluindo Neymar, Neymar pai, o ex-presidente do Santos, Odilio Rodrigues, e o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell. Segundo a DIS, a família Neymar agiu de forma corrupta e, por isso, também cobra uma indenização do Barcelona.

"O Barcelona e o jogador burlaram as normas da Fifa e alteraram a livre competência no mercado de transferências. Devemos nos perguntar que tipo de exemplo um esportista é capaz de assinar contratos simulados, traindo quem investiu nele. São esses tipos de valores do Barcelona? O que pensam os patrocinadores do Barcelona e do jogador? Não podemos consentir que Neymar seja exemplo para nossos filhos", disse o diretor da DIS, Roberto Moreno.

Após ser arquivada no meio do ano, a ação movida na Justiça espanhola foi reaberta em setembro e a denúncia foi aceita pelo juiz da Audiência Nacional, José de La Mata. O jogador ainda deve recorrer da decisão e o ainda não há data definida para o julgamento do processo.

Alterado: Quarta, 23 Novembro 2016 16:49

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