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Flu quer rescisão com Dryworld e negocia alternativa

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Atraso nos pagamentos e na entrega de materiais fazem o Tricolor buscar nova empresa para a próxima temporada

Destaque Jogadores e treino do Flu Divulgação / Fluminense Jogadores e treino do Flu
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Depois de 11 meses, a parceria entre Fluminense e Dryworld pode estar no fim. Atraso nos pagamentos e na entrega de materiais fazem o Tricolor querer a rescisão, e o clube já negocia com uma nova empresa para o próximo ano.

A Adidas pagava seis milhões ao clube, podendo chegar aos R$ 9 milhões com bonificações de título. A promessa da Dryworld de pagar R$ 13 milhões, com possibilidade de chegar aos R$ 20 milhões com bonificações. O clube das Laranjeiras teve acesso a pouco dessa quantia até agora.

Outro problema é em relação à entrega de materiais, tanto para as lojas como para o uso do clube. O Atlético-MG, que também é perceiro da empresa no Brasil, enfrenta as mesmas dificuldades.

Para o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, houve erro de estratégia da empresa ao entrar no Brasil.

"Acho que foi erro deles de estratégia ao entrar no Brasil. Resolveram comprar uma indústria aqui. Alguém que nunca trabalhou no Brasil, assinar contrato e comprar a indústria. Você precisa conhecer onde você está. Não fizeram a leitura correta, ainda mais em crise econômica. Sofreu muito em decorrência dessa estratégia. Eu banquei esse risco. O risco foi meu. Fiz isso porque o número era muito alto em relação à média do mercado. Além de achar que a Adidas não estava nos atendendo de maneira adequada após passarem por mudanças. Não estava à altura do Fluminense. Agora é trabalhar pelo restabelecimento da própria Dryworld ou por uma nova fornecedora", afirmou.

A empresa com que o Fluminense negocia para a próxima temporada é mantida em sigilo. Existe a expectativa de que possa haver um acerto até o final do ano.

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