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Depoimento de PMs dificulta tese de corintianos presos

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Policiais envolvidos no tumulto detalharam o delito que, supostamente, cada um praticou no dia confusão

Destaque Confusão registrada no Maracanã Reprodução / Youtube Confusão registrada no Maracanã
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Certa de que a grande maioria dos 31 presos no Maracanã não aparece nas imagens agredindo os policiais militares, a defesa dos corintianos reúne uma série de provas e aposta na falta de individualização dos casos para conseguir a libertação deles do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu (RJ).

No entanto, o depoimento dos próprios policiais envolvidos no tumulto pesa contra a tática. Segundo a juíza Marcela Caram, da central de custódia do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), eles detalharam o delito que, supostamente, cada um praticou no dia confusão.

"Nesse tipo de ação, onde há uma briga quase generalizada, é difícil dizer que fulano deu soco na vítima tal. A sustentação dos advogados de defesa é a da falta de individualização das condutas, só que as vítimas e testemunhas do estado policial narraram e apontaram para cada um dos custodiados dizendo as agressões que eles tinham praticado, até de dano ao patrimônio público. É óbvio que de um modo mais superficial, porque estamos tratando de um inquérito policial", afirmou a juíza.

Até agora, o Tribunal de Justiça negou dois habeas corpus coletivos aos corintianos e um ao preso André Tavares. Mais dois documentos deste tipo foram impetrados e estão sob análise da desembargadora Suimei Meira Cavalieri na 3ª Câmara Criminal.

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