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Família de corintiano faz campanha na web alegando erro em prisão

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Pessoas que estavam com André Tavares no jogo garantem que o corretor de seguros não tinha entrado no Maracanã no momento do tumulto

Destaque De camiseta preta, torcedor que estaria envolvido em confusão Arquivo pessoal De camiseta preta, torcedor que estaria envolvido em confusão
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O corintiano André Tavares, que está entre os 30 presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, no bairro de Bangu (RJ), gerou uma campanha de amigos e familiares na internet. O ato teve grande adesão de internautas (#andretavaresinocente), chegando a aparecer nos assuntos mais comentados do Twitter Brasil no início da noite da última terça-feira. Eles alegam a inocência de Tavares e negam envolvimento dele na confusão ocorrida na partida contra o Flamengo, no Maracanã, no último domingo. Na tarde de terça-feira, a juíza Marcela Caram expediu o decreto de prisão preventiva dos torcedores.

Pessoas que estavam com André no jogo garantem que o corretor de seguros não havia entrado no Maracanã no momento da confusão.

"Éramos um grupo de seis amigos. Eu fui com dois num carro e o André foi no dele com os outros. Nos encontramos em Copacabana, almoçamos e decidimos ir de metrô e à paisana. Chegamos na estação do Maracanã por volta das 16h10 ou 16h13 [horário da foto mostra 16h16]. Depois temos uma foto nossa com o Maracanã ao fundo às 16h29 [na rampa de entrada da Uerj]. Entramos por volta das 16h40", afirmou o amigo e fotógrafo Bruno Teixeira.

Bruno relatou também a forma que teria acontecido a prisão do rapaz. "Com o término do jogo, os policiais seguraram toda a torcida do Corinthians. O André estava o tempo todo do meu lado e, como temos um pouco de receio de organizadas, ficamos numa parte superior extrema da arquibancada. Depois eles liberaram mulheres, crianças e começaram uma grande pressão. Eles estavam com celulares com fotos e vídeos e passaram a perguntar: 'Cadê o gordão? Cadê o de barbicha? Cadê o careca?'. Os critérios foram de estética. E iam efetuando as prisões. Foi aí que uma hora senti um policial passando por trás de nós e ele disse: 'Foi esse'. E aí levaram o André", relatou.

"Foi a primeira vez do André no Maracanã. Ele é corretor de seguros, nunca participou de nenhuma torcida organizada, é casado e a esposa passou muito mal por conta desta situação. Eu nunca presenciei um momento de alteração e nem violência do André. Sempre repudiamos a violência nos estádios", completou.

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