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São Paulo em 2017: Reforços pontuais e valorização da base

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Apesar de contratar pouco, a diretoria tricolor quer investir em jogadores de peso, que sejam titulares absolutos

Destaque São Paulo em 2017: Reforços pontuais e valorização da base Érico Leonan/São Paulo FC
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Com o ano “perdido” e apenas focado em ratificar a sua continuidade na Série A do Campeonato Brasileiro, o São Paulo já começa a planejar 2017. O projeto encabeçado pelo diretor executivo de futebol, Marco Aurélio Cunha, já tem algumas de suas diretrizes definidas para que a próxima temporada seja bem diferente da atual.

O investimento em contratação não deverá ser elevado, apesar de o elenco atual contar com algumas lacunas importantes. A ideia da diretoria do clube do Morumbi é promover uma política de valorização das categorias de base, aproveitando jogadores mais jovens no plantel principal.

Os reforços serão pontuais, mas de peso, de acordo com o plano de Marco Aurélio Cunha e Carlos Augusto de Barros e Silva. Sem ter muito dinheiro em caixa para montar um verdadeiro esquadrão, os dirigentes querem investir apenas em jogadores que cheguem ao time para serem titulares incontestáveis.

Atletas medíocres que recebem salários próximos a casa dos R$ 300 mil não deverão chegar ao São Paulo. O caso de Wesley é um exemplo que a atual gerência do futebol não pretende seguir para 2017.

Sem conquistar um título há quatro anos (o último foi a Copa Sul-Americana de 2012), o Tricolor Paulista quer investir o seu dinheiro em jogadores que possam colocar o time tricolor do Morumbi de volta ao patamar mais elevado do futebol brasileiro. Neste contexto, Nilmar aparece como opção, ainda que sua pedida salarial esteja acima do teto estipulado pela diretoria.

Praticamente confirmado fora da Copa Libertadores, o São Paulo não deverá ser muito ativo na janela de transferências do final do ano. O plano é usar o Campeonato Paulista para testar o elenco, principalmente os jovens recém-promovidos à equipe principal, como David Neres, Pedro, Luiz Araújo, Bruno, Lyanco, Lucão e Lucas Fernandes.

Os jovens terão a oportunidade de atuarem com mais frequência, de modo que possam mostrar seu valor. A partir daí, o clube deve definir o que fazer com cada um e qual as verdadeiras fraquezas do elenco.

A manutenção de jogadores titulares no clube também é foco, mas o São Paulo não quer abrir o bolso para que isso aconteça. Mena e Kelvin têm vínculo com Cruzeiro e Porto, respectivamente. Caso o Tricolor identifique a necessidade de um investimento para poder continuar a contar com a dupla, o clube abrirá mão dos atletas.

Um jogador que tem a sua saída praticamente definida é Michel Bastos. O meia-atacante mostra cada vez mais à comissão técnica e à diretoria que não tem mais clima para permanecer no Morumbi. Assim, o São Paulo deve utilizar o veteranos de 32 anos como moeda de troca com clubes que tenham valores de ataque que interessem. Uma venda para arrecadar dinheiro também não está descartada.

Na contramão, Marco Aurélio Cunha poderá ter a sua permanência assegurada em breve. O dirigente está de licença da CBF até o final do ano, mas todos no clube esperam contar com o dirigente em 2017. Até o momento, o diretor diz que prefere aguardar o resultado da eleição presidencial, que acontece em abril.

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