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Delegada pede prisão de corintianos da briga no Maracanã

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De acordo com Jéssica de Almeida, alguns dos envolvidos têm passagens anteriores pela polícia, por conta de delitos mais leves

Destaque Delegada pede prisão de corintianos da briga no Maracanã Agência Brasil
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Responsável pelas investigações sobre a confusão nas arquibancadas do Maracanã que ocorreu antes da partida entre Flamengo e Corinthians, no domingo (23), a delegada Jéssica de Almeida concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira (24) e informou que vários dos torcedores presos têm passagem policial e outras ocorrências de menor porte. Ele ainda pediu para que os 31 corintianos autuados permaneçam presos preventivamente (sendo um menor de idade).

A Polícia Civil, no entanto, não informou quantos dos 31 torcedores presos apresentam antecedentes criminais. O caso será entregue à Justiça.

"Alguns tinham passagens por posse de drogas e infrações anteriores ligadas ao Estatuto do Torcedor", informou Jéssica.

De acordo com a delegada, os torcedores presos ficaram divididos em 14 celas. Durante o período de reclusão, a maioria ficou em silêncio, mas alguns choraram.

Depois de toda a confusão, 64 corintianos foram detidos ainda no Maracanã. Na manhã desta segunda, o número diminuiu para 42, dos quais 31 ainda estão encarcerados. Outros 11 também já foram liberados.

"Esses 11 foram compromissados para comparecerem em juízo, já que foram identificados apenas como provocadores de tumulto, não participaram dos danos no estádio do Maracanã, nem pelas lesões sofridas e fatos descritos".

O delegado Marcus Montez, que também participa da investigação, reforçou as palavras da delegada. "Como alguns já têm passagem e histórico, há uma chance considerável de que a prisão preventiva seja aceita. Mas é o Juiz quem decide", disse Montez.

Os 31 torcedores indiciados serão conduzidos a uma audiência de custódia, onde o juiz encarregado irá analisar o caso de cada corintiano individualmente. Se o indiciado tiver comprovada a sua participação na briga, ele será encaminhado a um presídio do Rio de Janeiro.

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