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Laudo confirma morte de jogador da Portuguesa por asfixia

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Lucas Jesus dos Santos caiu na piscina do Canindé e foi encontrado sem vida na manhã de quinta-feira (20)

Destaque Laudo confirma morte de jogador da Portuguesa por asfixia Reprodução
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O Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo divulgou o laudo sobre a morte de Lucas Jesus dos Santos, jogador do time sub-17 da Portuguesa que foi encontrado morto na piscina do Canindé. De acordo com o documento, o jovem atleta faleceu por causa de asfixia aspirativa por regurgitação de alimento. O caso aconteceu durante um churrasco promovido para celebrar a classificação da Lusa para as quartas de final do Paulistão da categoria.

"Pelo laudo, tinha muito alimento no estômago dele, muito, a ponto de chamar a atenção", afirmou o delegado titular do 12º DP, Eder Pereira e Silva. "Tudo indica que a tragédia aconteceu com as pessoas na piscina e ninguém percebeu".

De acordo com a polícia, Lucas se atirou na piscina ao começar a passar mal. Ele foi retirado com vida pelos jogadores e teria ficado na beira da piscina enquanto o churrasco prosseguia.

Os companheiros de Lucas teriam começado a sentir falta dele no momento em que foram tirar uma foto. Na manhã desta quinta-feira, seu corpo foi achado na piscina por funcionários da Portuguesa.

"A gente quando é moleque, almoçava e a mãe não deixava tomar banho porque passava mal. A gente vê que a dinâmica da comemoração foi errada. Treino, piscina e depois churrasco. Ele estava com estômago muito cheio, foi encontrado muito alimento no estômago", prosseguiu Pereira e Silva.

As investigações da polícia focam agora em como Lucas voltou à piscina.

"O médico quando fez a autopsia não encontrou sinal de violência. Não tem um risco, o pescoço está intacto, não tem risco, marca de unha, empurrão. Só tem um machucado no dedão do pé. Parece que ele estava com uma chuteira nova. Também não há sinal de infarto", explicou.

As investigações sobre a responsabilidade da Portuguesa no caso continuam. O principal ponto é a falta de um salva-vidas. "Foi uma fatalidade e um erro do clube, se tivesse um salva-vidas teria visto (Lucas na piscina)”, disse o delegado.

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