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M. Carioca afirma que Neymar e D. Alves não queriam jogar na Seleção de Dunga

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"Eles não queriam estar jogando, não queriam estar ali. A maior virtude do Tite é essa", afirmou o ídolo do Corinthians

Destaque M. Carioca afirma que Neymar e D. Alves não queriam jogar na Seleção de Dunga Lucas Figueiredo/CBF
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Com Dunga, a Seleção Brasileira ocupava a sexta colocação na tabela das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, algo inédito para o futebol tupiniquim. O medo de ficar do fora de um mundial pela primeira vez era flagrante. No entanto, o comando técnico com a chegada de Tite mudou totalmente o panorama. Após três vitórias seguidas, o time canarinho já vislumbra a liderança da competição na terça-feira (11), caso vença a Venezuela e o Uruguai perca ou empate com a Colômbia.

Ao observar o atual momento, Marcelinho Carioca, ídolo do Corinthians, deu uma informação contundente, em sua participação no programa "Mesa Redonda", da "Gazeta Esportiva", na noite deste domingo.

"Vou falar uma coisa aqui de fonte segura: o Neymar e o Daniel Alves não queriam trabalhar com o Dunga. Eles não queriam estar jogando, não queriam estar ali. A maior virtude do Tite é essa. O Dunga era uma liderança que não tinha mais voz ativa. Uma liderança que os caras não queriam ele. Aí vem um cara que te aconselha, te abraça, chega e bota o grupo juntinho. Você vê a foto no avião, todo mundo junto. Esse é o ponto e eu posso garantir seguramente", contou o eterno "Pé de Anjo", dando mais detalhes que ajudam a explicar o momento da seleção.

"O cara pode ter o nome que for. Se não tiver empatia dos atletas, não vai fluir", disse. "O Tite convocou o Paulinho e o Giuliano. O grupo pensa: 'vamos ver se vai jogar'. Foi (o Tite) e bancou o Paulinho, que conseguiu render. O grupo sabe quem é o lateral direito, o zagueiro, o goleiro. O grupo sabe quem tem garrafa vazia para vender, sabe quem tem o talento. Como ele consegue recuperar o Giuliano de uma hora para outra na seleção?", completou Marcelinho.

Participando do mesmo programa, Paulo Zagallo, filho do “Velho Lobo”, concordou com Marcelinho e disse ter visto uma mudança de postura dos jogadores em campo.

"Uma coisa que você nota agora é que a Seleção está mais solta, mais leve. Os jogadores mais criativos, com mais liberdade e com mais vontade. Quando perde a posse, o time tem recomposição. Até Neymar vem marcar. O Gabriel Jesus tem liberdade, se movimenta, vem Neymar, passa o Philipe Coutinho, chega o Renato Augusto. A equipe está mais leve, tem mais vontade", observou.

O Brasil volta a campo pelas eliminatórias na terça-feira, às 21h30 (de Brasília), quando enfrenta a seleção da Venezuela, em Mérida.

Alterado: Segunda, 10 Outubro 2016 15:12

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