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Palmeiras vence a WTorre em arbitragem sobre o Allianz Parque

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A FGV definiu que a construtora só tem o direito de vender 10 mil cadeiras especiais, deixando o restante sob responsabilidade do clube

Destaque Palmeiras vence a WTorre em arbitragem sobre o Allianz Parque Divulgação
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O bom momento do Palmeiras em campo se estendeu para os bastidores da briga entre o clube e a WTorre. Nesta terça-feira (4), foi anunciado que a câmara de arbitragem da Fundação Getúlio Vargas deu razão ao clube na discussão judicial com a construtora que administra o Allianz Parque. O principal tópico se refere à comercialização das cadeiras da arena.

A arbitragem definiu que a WTorre só tem o direito de vender 10 mil cadeiras especiais. Assim, todos os outros assentos ficam por conta do Palmeiras, que temia que o seu programa de sócio-torcedor fosse enfraquecido em caso de vitória da construtora.

Apesar da disputa judicial, a venda das cadeiras não interfere diretamente na renda dos jogos, já que os compradores podem usá-las durante o ano todo, mas precisam comprar ingressos para todas as partidas.

Outra decisão favorável da arbitragem ao Palmeiras estabeleceu que o Allianz Parque não está no padrão Fifa, como defende a construtora. Sendo assim, o Verdão vai exigir que a construtora faça algumas melhoria no estádio. Por fim, a empresa ainda pretendia fazer a tiquetagem dos ingressos, mas também não obteve sucesso.

"Apesar da decisão da câmara FGV de Conciliação e Arbitragem desfavorável à sua demanda, a WTorre reforça seu compromisso com este modelo de negócio vencedor e que tem sido referencia para clubes em todo o país. A companhia não interromperá nenhum projeto em relação à arena, e segue trabalhando firmemente para que ela continue entre as mais modernas e ativas do mundo", disse a WTorre em um comunicado.

Assinado em 2009, o contrato entre a WTorre e o Palmeiras tem validade de 30 anos. Desde que assumiu a presidência, em 2013, Paulo Nobre tinha como prioridade rever os termos do vínculo e defender os interesses do clube. As definições estavam na mão da arbitragem desde fevereiro de 2014.

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