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Grohe revela defesa na intuição e torcida para não cobrar pênalti

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Goleiro do Grêmio disse que não sabia como Weverton cobraria e relatou que estava contando os cobradores, esperando que não chegasse sua vez

Destaque Grohe comemora classificação Divulgação / Grêmio Grohe comemora classificação
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O Grêmio conseguiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil nos pênaltis, após 16 cobranças. Uma das defesas do goleiro tricolor Marcelo Grohe foi contra Weverton. O herói gremista relatou que não sabia como o adversário iria bater seu pênalti. Grohe lembrou que esteve com Weverton na seleção brasileira, nos confrontos com Equador e Colômbia, mas os dois não chegaram a treinar pênaltis.

"Quando houve a troca, a princípio ia bater outro jogador, eu tentei me recordar de algum pênalti. Acabei treinando com ele na última convocação da Seleção. Às vezes, no treinamento, a gente brinca nos pênaltis, um goleiro contra o outro. Eu tentei me recordar se a gente tinha treinado alguma coisa, e na hora eu não lembrei. Acho que não houve essa situação. Aí foi na intuição, de fazer a leitura. Graças a Deus, consegui fazer a leitura certa", afirmou.

Na disputa, oito jogadores de cada lado fizeram as cobranças. O goleiro gremista revelou que torceu para não precisar bater a penalidade.

"Eu não tive oportunidade de falar sobre isso, mas eu já estava contando os jogadores. Uma hora eu olhei para o meio, e só faltavam dois batedores. Depois, era minha vez. Tomara que se decida logo isso, para eu não precisar bater. A gente treina para essas situações, claro que é muito pouco. Mas, quando tem um jogo classificatório, a gente procura bater dois ou três pênaltis. Até hoje não aconteceu comigo. Mas, se um dia precisar, eu tenho que estar preparado. Mas tomara que não precise", disse.

Marcelo Grohe reconheceu a falha no gol do Atlético-PR, marcado por André Lima. O goleiro destacou o apoio do técnico Renato Gaúcho antes da decisão por pênaltis.

"Para mim, foi uma noite de muita loucura, depois de ter errado no gol do Atlético, em uma bola que, teoricamente, é fácil. É a bola que, todos os goleiros sabem, a gente mais treina durante a semana. É uma bola de entrada, de segurança, e acabei soltando no pé do André Lima. É um erro técnico. Depois, se passou o jogo, a gente acabou perdendo e foi para os pênaltis. Eu lembro que o Renato me chamou para fora do grupo, me passou muita confiança, com as mesmas palavras qure ele colocou na coletiva. O erro tinha acontecido, tinha passado, de vilão eu poderia ser o herói. Ele precisava de mim naquele momento, para ajudar a equipe. Eu tenho que agradecer a ele muito. Foram palavras muito importantes para mim naquele momento, ter a confiança do meu treinador em um momento difícil para mim", relatou.

Grohe confessou que perdeu a contagem dos pênaltis e lembrou da defesa decisiva no chute de Weverton.

"Eu lembro de alguns momentos. Do pênalti do Luan, se ele fizesse acabava. E o Weverton acabou pegando. Lembro do pênalti do Kannemann, ele erra e, na minha cabeça, tinha acabado a decisão. Eu botei a cabeça no gramado, fiquei triste. E vi que o jogador do Atlético estava vindo para bater. Teve o pênalti do Weverton, aquele era o último momento. Ou eu pegava, ou ia para fora, ou a gente estava eliminado. Graças a Deus, eu fiz uma leitura boa do Weverton, consegui pegar... Foi realmente uma decisão muito emocionante", concluiu.

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