Dirigente do Flamengo nega provocações no Allianz Parque }

Dirigente do Flamengo nega provocações no Allianz Parque

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O vice-presidente de comunicação do clube da Gávea, Antonio Tabet, ainda ironizou as acusações da torcida do Palmeiras

Destaque Dirigente do Flamengo nega provocações no Allianz Parque Gilvan de Souza/ Flamengo
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Um dos acusados pela torcida do Palmeiras de promover provocações durante o empate com o Flamengo, na última quarta-feira (14), no Allianz Parque, o vice-presidente de comunicação rubro-negro, Antonio Tabet, resolveu dar a sua versão sobre a confusão durante a partida da 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Conhecido por ser um dos criadores do canal “Porta dos Fundos”, do Youtube, o “Kibe”, como é conhecido, negou qualquer provocação vinda do camarote da diretoria carioca e ironizou a polêmica.

De acordo com o dirigente, houve uma comemoração no momento do gol de Alan Patrick, mas sem desrespeito aos palmeirenses.

"Ninguém vai ver eu discutindo nem com torcedor do Flamengo. Mostraram uma foto minha e falaram que estava provocando. E eu estava só rindo. Isso virou uma preocupação. Para mim o cara é doente. Seja pelo fato de ser Flamengo, ser diretor, por eu estar no camarote do estádio rival, eu tenho que ficar quieto? Querem que tire o lenço e chore quando se faz um gol?", disse em entrevista à "ESPN Brasil".

"Atiraram isqueiro, sapato.... Um segurança disse 'saiam daí, venham aqui para trás e não vão mais ali porque quem está aqui embaixo é a Mancha (Verde, torcida organizada do Palmeiras) e eles conhecem os atalhos do estádio'. Não acho que houve dolo de colocar ali o camarote. Só acho desagradável, não é o futebol. E não é toda a torcida, é só uma porção dela", completou.

Na partida, válida pela 25ª rodada do Brasileirão, a torcida organizada do Palmeiras estava proibida de entrar no Allianz Parque e os torcedores do Flamengo não poderiam comparecer. A situação foi imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, por conta da briga entre as torcidas dos dois clubes, na partida realizada pelo primeiro turno do campeonato, no Mané Garrincha. Porém, os dirigentes alegam que a Mancha Verde se agrupou próxima ao camarote flamenguista.

"A punição deixou o estádio sem 20% dos ingressos. Atrás do gol de lá, estava vazio. Não sei se aquele camarote é colocado à disposição sempre para os visitantes, não quero cometer injustiças. Mas nossos camarotes estavam acima daquele lugar que as organizadas estavam combinando de se encontrar antes do jogo pela internet", disse Tabet.

"A gente estava lá, quieto na nossa. Quando fez 1 a 0, você comemora. Você é torcedor, comemorei na minha. Tem gente que comemora de forma mais efusiva. Quando o Palmeiras empatou, começaram a tacar objetos", completou.

Questionado se teria provocado os palmeirenses, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Melo, negou. "Só discuti quando o Márcio Araújo foi expulso. Não provocamos ninguém. Falei que era um roubo, e de fato foi. O Brasil inteiro viu esse roubo", afirmou o mandatário.

Alterado: Segunda, 19 Setembro 2016 13:28

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