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Ferj tenta contar com o Maracanã para as finais do Carioca 2017

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A ideia da federação é assumir a administração do estádio e dividir os custos da sua reabertura com clubes e empresas

Destaque Ferj tenta contar com o Maracanã para as finais do Carioca 2017 Divulgação
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Mais uma vez a Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro) vai tentar um acordo com o governo do Rio de Janeiro para a realização das finais do Campeonato Carioca de 2017 no Maracanã. O estádio atualmente se encontra em situação de abandono e passa por momentos delicados com relação à administração.

Rubens Lopes, presidente da Ferj, afirmou que a federação está considerando a possibilidade de assumir a gestão do Maraca.

"Mas precisamos nos movimentar. Não podemos deixar um equipamento como o Maracanã assim. É algo provisório, ao menos para as finais. Tentaremos ver uma solução já para as semis e finais da Taça Guanabara [primeiro turno do Carioca]. Iremos direto no Governo, que é o real proprietário", explicou Rubens Lopes.

A ideia da Ferj é evitar de se envolver em todo o imbróglio entre a Odebrecht, que comanda a concessionária atual, o governo do Rio e o Comitê Rio-2016, que utilizou o Maracanã para a realização das Olimpíadas e está sendo acusado de descumprir as exigências de manutenção.

No entanto, antes de tentar conversar com o governo, Rubens Lopes recebeu, na manhã desta quarta-feira (11), representantes de três empresas que atuam no Maraca: Sunset (segurança), Binarios (engenharia) e Greenleaf (gramado).

"Todas as partes estão muito empenhadas. Convidei-os para esse papo para tomar ciência da real situação do estádio. Eles me passaram tudo e estão realmente dispostos a ajudar nessa abertura provisória para as finais", contou o presidente.

De acordo com o dirigente, os custos da reabertura do Maracanã seriam divididos pela Ferj, clubes e empresas. "Ninguém vai pagar conta de problemas antigos. Mas queremos ter o mínimo para abrir o local. Espero que todos entendam isso, inclusive o Governo. É uma conta alta, não tenho ideia ainda. Mas queremos autorização para entrar e ver. Aí, então, vamos analisar os custos e ver o que será possível", completou.

Alterado: Quarta, 11 Janeiro 2017 14:38

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